Empreendedor Revela Como Escapar Da Recessão Trabalhando De Residência

06 Feb 2018 18:39
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is?ILMjhqtswykzk-OHuitIVKvvk21plcuTx-G_WaxSrUc&height=166 A insatisfação com o emprego é algo que afeta cada vez mais os profissionais. Acrescentamento de estresse, inexistência de tratado e falta de foco são algumas características dos profissionais insatisfeitos. Uma pesquisa do Isma Brasil (International Stress Management Association) revelou que setenta e dois por cento das pessoas estão insatisfeitas com seus empregos. De acordo com o consultor e professor da escola americana Harvard, Raj Sisodia, a maioria das pessoas trabalha em lugares e profissões que não gostam, se tornam profissionais "desengajados" e têm interesse em prejudicar a organização em que trabalham. Por outro lado, existem pessoas que buscam no empreendedorismo uma motivação pra acordar cedo pela segunda-feira com muita aplicação.Um mercado que está atraindo olhares é o "empreendedorismo digital". O empreendedor Vicente Sampaio conta que imediatamente passou na mesma circunstância da maioria dos brasileiros que não estão contentes com seus trabalhos. Ele em vista disso decidiu buscar possibilidades na web e acabou encontrando o mercado de venda de produtos digitais. Vicente começou este serviço quando ainda trabalhava de carteira assinada pra uma corporação de aluguel de guindastes.Ele logo descobriu que poderia utilizar o seu website pra atrair empresas e profissionais interessados a compreender como usar a web para vender mais. Hoje seus videos chegam a dois milhões de visualizações no YouTube e seus sites realizam vendas todos os dias. De acordo com ele, a maior vantagem é que as vendas acontecem ainda que ele não está conectado. Brasil e até em outros países. Na atualidade centenas de pessoas estão entrando por este mercado de produtos digitais, como cursos, palestras online e livros digitais. No Brasil as pessoas estão analisando este mercado como uma alternativa a concursos públicos e empregos usuais. 2 Como elaborar seu respectivo negócio - Por onde começar Tecido e é claro… Explicação do tamanho que o teu negócio poderá ter vinte e sete de dezembro de 2016 às nove:Quarenta e quatro / Responder Marilza Corretora Imobiliária 7 Está pela hora de botar as ideias de negócio em práticaA ideia era fazer 160 diversos tipos. Todavia os moldes de chocolate feitos pelo modo usual eram muito caros e demorados pra fabricar. Pra contornar o defeito, a Bolha desenhou os emoji em 3D e os esculpiu em blocos de madeira, logo depois usados pra fazer os moldes. Isso só aconteceu em consequência a da fabricação digital e da mentalidade maker. Não seria possível tempos atrás", diz Nagib Nassif, diretor-executivo da Bolha.Essas máquinas só existiam dentro de grandes indústrias. Nesse instante, o suporte externo ainda se mostra fundamental pra proteger a transformar culturas de trabalho há em tal grau tempo enraizadas. Já que o padrão de gestão de corporações habituais exige tudo que não tem a ver de perto com o mundo dos makers e das startups: hierarquia, departamentalização, obediência, disciplina, comando e controle. Um negócio que nasce hoje, por outro lado, pressupõe que, para competir, é necessário ter equipes multidisciplinares, menos hierarquia, menos organograma. Outras velhas companhias - pelo menos as velhas com alma jovem - neste momento sabem disso. A charada é como botar em prática.O Itaú-Unibanco vem tentando. E com sucesso. O movimento começou há cinco anos pela área digital e, desde assim, tem gerado avanços "exponenciais" na entrega de resultados, segundo Livia Chanes, diretora de canais eletrônicos do banco. O desejo, ela conta, era ceder maior autonomia pra que as equipes pudessem inventar rapidamente protótipos, testá-los pela prática e fazer depois os ajustes necessários em pleno voo. Hoje, em torno de 1 mil pessoas no banco agrupam equipes que seguem esse jeito maker de trabalhar.O aplicativo Light nasceu desta filosofia mais maleável e menos burocrática. O Itaú notou que tinha dificuldade de trazer seus consumidores de baixa renda para o mundo digital. Pesquisas mostraram que um dos motivos era a limitação dos celulares desses clientes, sem perícia pra armazenar e rodar o app habitual. Daí surgiu a ideia de uma versão mais leve dele.Em menos de dois meses, já tínhamos um protótipo funcional", diz Livia. O passo seguinte foi lançá-lo em versão beta pra alguns milhares de correntistas e testar o conceito. Com ele aprovado, o banco tirou o aplicativo da Apple Store e do Google Play e refinou a ideia. Em vista disso houve a estreia oficial.Em 3 meses alcançamos 400 mil novos usuários", conta a executiva. Apesar dos bons resultados, o desafio cultural continua a ser enorme, segundo Livia. A gente vem de uma execução de negócios em que a regularidade de transformação, seja por pergunta de corrente de dica ou acesso à tecnologia, se dava em anos.Hoje, ocorre em dias, semanas. O dinamismo que necessitamos juntar é muito superior. E é irreal juntar este dinamismo com gestões centralizadas. De nada adianta botar nas costas de um executivo sozinho a responsabilidade de pensar todas as aplicações possíveis para esse milhão de tendências que acontecem no universo." Ponto para a cultura maker.

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